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Hotel Fazenda Cheiro VerdeHotel Fazenda Cheiro Verde

Cervejaria Mercesana

 

Hoje com quatro tipos de cervejas, os Brunos buscam trazer para suas produções a mineiridade intrínseca em cada um. Além disso, usam o Hotel como um termômetro para saber se as cervejas estão no ponto certo.

“O Hotel é nosso termômetro de público e preferência”, conta Bruno Macedo ao falar dos feedbacks constantes que recebem dos hóspedes. “Apesar de respeitarmos o estilo de cada cerveja, nossa proposta é agradar o consumidor. Por isso, o ponto final sempre vai ser o cliente”, complementa Goulart.

Falando em mineiridade, os cervejeiros sentem orgulho de apresentar suas produções – bem mineiras – para os hóspedes, com sua linha principal “Quem te conhece, não esquece jamais!”. E criatividade não faltou na hora de batizar cada uma.

 

Premió que tá teno
A que vive na boca do povo
Ela tem este nome, pois se tornou o carro chefe de preferência entre os visitantes do Hotel Fazenda, sendo uma Cream Ale puro malte, leve, fácil de beber e muito refrescante. De aroma levemente frutado à neutro e coloração clara que vai do amarelo palha a moderado ouro, é a “mió que tá teno”, porque apresenta mais personalidade do que as típicas Lagers Americanas.
Arreda
A saborosa Red
“Arreda pra lá que eu tô chegando! Abre mais uma maravilha dessas aí, sô!” - Não existe uma pessoa que não fale isso depois de conhecer a RED. Realmente, fica difícil não pedir licença, pegar um copo e aproveitar o que essa cerveja, com o sabor do interior, tem de melhor. De corpo médio e colarinho baixo, ela possui sabor e paladar adocicados.
Uaipa
A verdadeira IPA do interior de Minas Gerais
Como a expressão tipicamente mineira, que exprime surpresa e admiração, essa IPA da Cervejaria Mercesana nasceu para ser marcante e intensa. É mais lupulada, amarga e moderadamente forte.


Na janela, ao fundo da cervejaria, podemos observar o que Minas Gerais tem de mais lindo, suas paisagens com pastos verdes, sons de pássaros e, claro, toda a tranquilidade de uma fazenda. É nesse cenário que nasceu a Mercesana.

Tudo começou como diversão entre dois cunhados, Bruno Goulart e Bruno Macedo, e se transformou em uma cervejaria rural que produz em média 40 barris de chope ao mês.

 

Um brinde a essa ideia

Admiradores de uma boa cerveja, os Brunos, iniciaram o projeto de produzir cerveja logo no início da história do Hotel Fazenda Cheiro Verde.

“A gente sempre gostou de tomar cervejas diferentes. E, quando o Hotel começou, nossas esposas ficavam imersas em fazer o negócio girar. Eu e o Bruno (Macedo) ficávamos lá em cima ‘atoa’. Foi nesse momento que a gente pensou: vamos fazer cerveja para passar o tempo?”, conta Bruno Goulart.

Com um kit comprado online, começaram a testar as receitas e, para surpresa ou não dos cervejeiros, desde a primeira leva todos gostaram.

“Com o tempo a gente começou a ter mais cuidado em fazer cerveja. Começamos a prezar mais pela qualidade.” complementa Bruno Macedo.

 

Da distração à profissionalização

Apesar de caseira, a cerveja começou a fazer sucesso entre os amigos. Foi neste momento que observaram uma crescente demanda do Hotel Fazenda Cheiro Verde por chope e cervejas puro malte, resolveram então buscar por uma profissionalização. “Foi aí que nós, de cervejeiros caseiros, resolvemos profissionalizar, foi quando o Bruno (Macedo) buscou por cursos”, finaliza Goulart.

Com mestres da Heineken, Ambev e de todo lugar do país, Bruno Macedo, fez um curso de Mestre Cervejeiro, com duração de 6 meses em Belo Horizonte, pela ICB. “Mesmo sendo do meio, eu pude aprender muito com os professores. Eles nos ensinavam ‘o pulo do gato’, sabe? Coisas que não aprendemos sozinhos, precisamos de mentores”, conta Macedo.

Hoje a cervejaria funciona bem no interior do Hotel Fazenda Cheiro Verde e conta com mão de obra completamente local.

“Nossa mão de obra é toda local, nosso cervejeiro foi treinado pelo Bruno (Macedo). Aprendeu do zero cada processo com nosso Mestre Cervejeiro. Podemos dizer que nós trouxemos a cultura cervejeira para Mercês.”, conta Goulart.

Além disso, o cuidado com o meio ambiente está em toda parte, todo o descarte da produção, que é o bagaço do malte, é destinado para a alimentação dos animais da fazenda. Mas, as vantagens desta cervejaria rural vão além da economia e sustentabilidade. Para o Mestre Cervejeiro Bruno Macedo, “trabalhar num local rural deixa a gente de mente aberta, mais tranquilo, não existe interferência externa. Ficamos mais concentrados e, com isso, temos menos chance de errar na receita, na adição de um lúpulo, no tempo de mostura ou de fervura e toda essa tranquilidade é refletida no produto final”.

Os visitantes do Hotel Fazenda Cheiro Verde podem aproveitar o verdadeiro sabor do interior durante a hospedagem na Fonte da Juventude, no Oásis e nas chopeiras de apoio. Para os que desejarem, também é possível levar a cerveja para casa ao passarem na lojinha.